Tenho 24 cores e não sei o que fazer com elas. Quando era criança bastava-me pensar "vou desenhar isto" e desenhava, não havia qualquer espécie de auto-censura como "é demasiado parvo" ou "já tantos desenharam isto, que vulgar". Mas mesmo com um objectivo em mente já não sei colocar as cores. Dizem que em criança temos muitos medos e que depois em adultos os perdemos, começo a duvidar sériamente disso.
Acabei de levar um estalo na cara, no sentido figurativo claro e completamente por minha culpa. Quando é que vou aprender... se for desta já não é mau.
Não estejam no computador e a cozinhar ao mesmo tempo.

All material © 2005 Patrick McDonnell.
Devagarinho e de mansinho já chegou. Agora sim, o meu blog está de acordo com a estação. Está verdadeiramente in fashion o que quer que isso seja.
Brevemente vou ter de decidir alguma coisa. Quando me arrepender, não me vou poder queixar de falta de informação... talvez me queixe de excesso de desinformação.

All material © 2005 Patrick McDonnell.
... lamechas.
Se funcionava porque é que eu tinha de mexer... que mania!
... que com cores mais primaveris a neura me passe.
A orientação do catraio começou esta semana. Aparentemente a coisa está a correr bem, pelo menos nestes 3 primeiros dias :) Ele não se queixa muito das nódoas negras, o que é bom ;)
Ontem ia sendo atropelado, numa passadeira. E valeram-me os meus reflexos. Sempre pensei que quando acontecesse ia ficar estático enquanto o carro me atingia mas não, consegui saltar o suficiente para sair ileso. O que mais me choca é que o homem não fez nenhum esforço para se desviar ou para abrandar, e digo abrandar porquê... porque ele ia a sair de uma rotunda a alta velocidade quando tem umas passadeiras pouco depois da saída da rotunda. E depois dessa situação andou sempre, como se nada tivesse acontecido.
Se não tivesse saltado... tinha sido apanhado.

"Numa escola primária na região de Auvergne em França, Georges Lopez é professor de uma turma de treze crianças, com idades compreendidas entre os 4 e os 10 anos. Lopez é um modelo de sensibilidade e compreensão a lidar com crianças. Nunca levantando a sua voz e falando directamente com eles, o seu afecto é tão notório como o respeito e a confiança que as crianças têm por ele."

Ontem fui ver este filme, e recomendo-o a todos. Não é bem um filme, é um documentário. Que posso dizer? Vejam o filme, é um bombom de sensibilidade, de ternura e de simplicidade delicioso. Quando terminei de o ver tive vontade de voltar para a escola das minhas memórias. Fiquei com imensa vontade de comprar o DVD.