
Finalmente, andava à procura desta tira à séculos. De repente aparece-me à frente. Olha que bem!

Apesar de tudo, é exactamente isso o que quer dizer!
Este fim de semana tive a oportunidade de me sentir envergonhado. Nunca tal me tinha acontecido. Esqueci-me de um aniversário. Volto a repetir, nunca me tinha acontecido. Especialmente sendo o aniversário de alguém fundamental na minha vida. Caiu-me tudo. A minha existência ficou reduzida ao nada. Quis desaparecer, desintegrar-me, alinhar a minha existência com o nada. De tão absorto que estou nos meus pensamentos, que tive a ousadia de me esquecer de um aniversário. E a minha teia inútil de pensamentos desgarrados, vale a pena? Trocar o que me rodeia, por um molho de pensamentos quase sempre inúteis. Como pode acontecer...
. . . dos ciclos viciosos, é serem ciclos e serem viciosos.
Estes dois ditos contradizem-se:
"Á terceira é de vez!"
e
"Não há duas sem três!"
Mas como me parece, é só usar como melhor convier.
Estou a precisar de um curso iníciado, intermédio e avançado sobre como escolher roupa e sobre cores, nas roupas entenda-se.
Segundo esta notícia, foi retirado o lote de tabaco que continha um pesticida proíbido e potencialmente cancerígeno. Acho bem, pois as pessoas pagam para ter um cancro dos pulmões. E não um cancro de outra coisa qualquer, ora esta. Até acho que a deco devia intervir...
Sinceramente, ainda não sei como é que o tal investigador conseguiu encontrar no tabaco aquele agente cancerígeno... no meio de tantos.
Mas, essa coisa de conter agentes potencialmente cacerígenos... não é o que vem escrito em letras garrafais nas embalagens do tabaco. E se bem me lembro, ainda ninguém se lembrou de retirar todos os lotes de tabaco de todas as marcas do mercado. Quer dizer, coerência que é bonito, não há!
Também não sei porquê de tanta preocupação, mais agente cancerígeno, menos agente cancerígeno, a diferença também não é assim tanta.
Achei particularmente interessante, as entrevistas com perguntas como: "Depois de saber da notícia mudou de marca de tabaco? Ficou preocupado pela sua saúde?"
A resposta mais interessante de todas foi algo do género: "Sim, claro que fiquei preocupado."
Acho que alguém devia dar uma palavrinha ou duas a estas pessoas.
Por favor... poupem-me!
Olá! Muito bom dia! Para todos uma muito boa semana! :)
"I Get A Kick Out Of You"
Jamie Cullum's version
I get no kick from champagne
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick out of you
I get no kick from champagne
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick
She gives me the boot
I get a kick out of you
Mais cedo ou mais tarde vai sair qualquer coisa, era bom é que fosse agora...
Raios, tenho que escrever um artigo, e não me está a sair nada... a minha sorte é que o prazo está quase a terminar.
A palavra minha aqui é puramente ficcional. A relação entre a gata e a minha família é de total e completa independência.
Apareceu. Começou a rondar a minha casa. Muito meiga. Passeava-se por entre as nossas pernas, sem medo. Começamos a dar-lhe comida. Ela foi aceitando. Volta e meia subia as escadas e esperava cá fora pela comida. Nunca tentava entrar.
Começamos a gostar muito dela. Volta e meia, a minha mãe pegava nela e trazia-a para dentro. E volta e meia, o resultado era o mesmo, voltava para fora.
Com a insistência passou a frequentar a nossa casa. Tem os seus cantinhos preferidos para dormitar. Adora a nossa lareira. Já tem os seus petiscos favoritos. E, neste momento até já bate à porta para entrar, quando esta lhe está fechada.
Apesar de tudo isto, continua a ser tão independente como no início. Aparece quando bem lhe apetece. É a nossa gata, mas nunca será realmente nossa. Um dia se assim o quiser, pode partir. Não depende de nós, nem para comer. Está connosco por escolha própria, gosta da nossa companhia, e nós gostamos da companhia dela. Agrada-me que assim seja. É livre.
Adoro lençóis lavados. Acabadinhos de colocar na cama. Frescos. Limpos. Macios. O aconchego que proporcionam. É uma delicia. Um daqueles pequenos prazeres quem valem tudo.
Hoje pareço o carro dos bombeiros. "Olha isto...", "Olha aquilo...", "Sabes isto?", "Sabes aquilo?", "Por acaso não sabes...?", "Está a dar este problema...", e lá vou eu, para aqui, para ali, para além.
A sorte é que me tenho saído bem.
Afinal, qual é o fascínio das mulheres pelos jogadores de futebol?
o homem do canto. aquele dos filmes. está sempre no canto mais escuro. aquele dos livros. aquele que ocupa a solidão do canto. aquele das músicas. aquele cujo brilho do copo nunca termina. aquele de todos os bares e cafés. aquele cuja curvatura das costas acusa o peso da vida. aquele cujo o olhar se mistura com a escuridão do canto. aquele que se desencantou com tudo, que não possuí forças para lutar. aquele que procura um regaço onde pousar o corpo mortiço. onde desperdiçar as últimas réstias de vivacidade. onde possa dar prazer ao corpo, já que a mente há muito que se foi. quem? o homem do canto. aquele dos filmes.
Acabaram de me dizer "ai, pensei que tinhas ido ao cinema normal, quer dizer... normal entre aspas... mais hollywoodesco.".
O que é que eu respondo a isto, alguém me sabe dizer?
Na semana passada devo ter andado doente. De certeza. Alguma paragem cerebral ou coisa que o valha. Passo a explicar.
Tinha encostados a um canto alguns pacotes de gelatina, comprados havia algum tempo a desculpa de um jantar em minha casa. Aquando do jantar acabei por não fazer a gelatina. Até há uns dias atrás.
Lembrei-me de fazer a dita gelatina. E, se bem me lembrei, melhor o fiz. Será que dá para acreditar que tive de fazer 3 tentativas, para que a gelatina saisse bem?
Por insistência, mas entre uma gelatina quase completamente liquida, e uma meia liquida e meia sólida entre vários tons de verde, lá acabou por sair muito bem.
Mas continuo sem perceber, é simples, muito simples. Devia estar doente, só pode.
A minha máquina fotográfica foi de viagem. Foi sem mim. Gostava muito de ter ido em vez dela. Ela ficava e eu ia. Era uma excelente troca. Mas não. Ela foi e eu fiquei. Ainda por cima foi a um sitío interessante. Já que foi, ao menos que aproveite, parece-me que tão cedo não volta lá.
Por esta altura, devem querer saber para onde foi a minha máquina, certo? Pois imagino aquilo que vai dentro das vossas cabeças: "para onde é que foi a máquina do Pedro?", "deve ser um sitío mesmo interessante, para ele ficar assim.", "mas porque carga de àgua é que o Pedro está a falar da máquina fotográfica dele?", "o que é que faço amanhã para o jantar?".
Já que insistem tanto que eu diga para onde foi a minha máquina fotográfica, sem mim, eu digo. Não insistam mais. A sério. Não é preciso. Eu digo. Parem. Quietos. Eu digo, a sério! "Não digo! Não digo! Não digo! Nã-Na-Na-Nã! Nã-Na-Na-Nã! Nã-Na-Na-Nã!". Já que insistem tanto, eu não vou aumentar mais o mistério. Quer dizer, por esta altura já estão a salivar de tanta curiosidade. Se esperarem mais um bocadinho no próximo parágrafo eu digo.
A minha máquina foi... para o...
Sou mesmo um brincalhão. Acham mesmo que eu ia dizer assim sem mais nem menos, que a minha máquina fotográfica foi para o Botswana?
Eu não sou assim tão ingénuo.