Eu depois compenso-te! Detesto esta frase. O depois pode nunca existir, e nunca se pode compensar. É a antítese de toda a nossa condição humana e limitação temporal.
Ando numa de abordagens pragmáticas.
Estou cansado. Estou com sono. Estou triste. Estou contente. Acordei muito cedo. Já fui... Já vim... Já vi como funciona o nosso sistema de saúde. Vi como muitas vezes são tratados os utentes. Vi as condições em que trabalham os médicos. Vi a falta de pessoal. Vi os disparates que acontecem na estrada. Vi os disparates que os condutores fazem. Andei para trás e para a frente. Tomei café. Cheguei ao trabalho. Almoçei. Tenho um pequeno calhamaço para ler. Tenho sono. Estou cansado. Estou egoísta, mas de tão cansado que estou nem me lembro. Andei a semana toda em limpezas e arrumos. Espero terminar tudo hoje. Quero ter tudo pronto. Vou receber amigos. Vou cozinhar para eles, (coitados!). Tenho sono. Estou cansado. Quero um banho de imersão. Quero uma massagem. Quero um abraço. Tenho de ir às compras. Não me quero esquecer de nada. Preciso de me concentrar. Raio do dinheiro que impede amigos de se verem. Estou cansado. Estou com sono. Estou triste. Estou contente. Preciso crescer. Preciso aceitar as coisas como adulto. Raios. E porquê? Apenas quero a presença dos amigos. Como aceitar as coisas. Como não ficar triste. Como não chorar. Estou cansado. Estou com sono. Estou triste. Estou contente. Estou ...
Não sei se sabem mas hoje é o "Dia Europeu Sem Carros" (fica pomposo e credível). Esqueceram-se foi da parte Sem Carros ...
Pedro... tens de aprender a ficar quietinho, certo? Se estava a funcionar por que é que tiveste que mexer. Estava a funcionar bem, estava como querias, porquê? Agora a porra não funciona e vais ter de voltar colocar tudo em condições. Gostas de trabalhar ainda mais. Apetece-te tanto que gostas de fazer as coisas duas vezes. Até parece que onde metes as mãos causas estragos. Quietinho... quieto!

© 2004 Paws, Inc. All Rights Reserved
as minhas pálpebras despertaram o mundo. até então parado, girou. eu despertei com elas. elas eram a chave. o elo impossível de uma cadeia improvável.
hoje. estar fechado. dentro de 4 paredes. está a ser um verdadeiro desafio. torpor indesejável. vontade de explodir. de ser incenerado pelo sol. de rebentar os pulmões com a brisa marítima. de fincar a toda a força os pés na terra. de engolir a vida de um só trago. de não estar fechado!
Existem novas ruas na blogoesfera... no mínimo muito interessantes, e vale a pena percorre-las.
"(...)
não... sou... supersticioso...
não... sou... supersticioso...
não... sou... supersticioso...
não... sou... supersticioso...
eu cá não sou... supersticioso... mas o pai dela dá-me azar...
na sala não... pode ser perigoso ... vamos para o carro conversar!
(...)"
Que três é bom, cinco também, números pares... nunca.
Onde não existir simetria, tem de existir equilibrio.
A perfeição existe sempre em terços.
Keep It Simple Stupid (KISS).
Menos é mais.
Alguma vez procuraram com o sentido de não encontrar?
É melhor começar a rever as minhas prioridades ;)
Hoje disseram-me que eu era muito novinho... fantástico. Estou estupefacto. Nunca me tinham dito tal coisa. Pensando bem... é bom ou é mau? Esta coisa de não existir entoação na escrita. Mas é claro que sem me conhecerem é fácil dizerem estas barbaridades.
Addenda
Tenho que admitir que hoje estou insuportável. Para as outras pessoas... ;)
Ás vezes, até que gostava de ter um blog com mais alguém...
Toca a mexer... toca a andar... parecem todos um cardume de preguiças! Oh... então!? Ficar aí pelos cantos parados é que não vale... coméqué... toca a circular... toca a mexer... toca a escrever... atão pá!? Isto assim num pode ser... ai... que já me tou a chatear... Mexam-se... coméqué!?
tu que acaricias o vento; que aportas no conforto da luz; que transformas o silêncio em dádiva; que ousas tornar belo o mundo nos teus olhos; que não procuras pois serás encontrada; que existes sem saber onde estou; onde derivo; onde ...
Como (ainda) não consigo fazer os olhos de Bambi, o Calvin fá-los por mim...
Pllllleeeeeeeaaaaaaasaaassssssseeeeeeeee!!!!!!!!!!
E então? E então? E então? ... Resultou!?!?!? Ficaram assim mais pró derretidos? Ou nem por isso?
É que se esta coisa dos "olhos de Bambi" resultar, vou já começar a praticar no espelho!
-------------------------------------------- cortar por aqui --------------------------------------------
-------------------------------------------- cortar por aqui --------------------------------------------
É favor levar... é grátes!
Já ando para escrever algo sobre o termo "encalhado(a)" ou "estar encalhado(a)" há algum tempo. Pensei em escrever um devaneio pseudo-romântico qualquer, mas acho que vou limitar-me a pensamentos soltos sobre o assunto.
A primeira vez em que pensei em escrever deveu-se a uma conversa entre amigos. A propósito já não sei bem de quê, surgiu a questão se estavamos encalhados. Uma amiga e um amigo, responderam logo afirmativamente, quando chegou a minha vez pensei: "com pessoal tão fixe encalhado, acho que me vou juntar ao grupo", até porque na altura eu não me sentia encalhado, a escolha de não procurar alguém era minha e consciente.
A palavra "encalhado(a)" é normalmente associada um barco que deixa de se poder movimentar, quando "dá em seco". Associo sempre ao barco que dá à costa numa ilha deserta qualquer, demasiadas histórias... Sendo assim, o encalhe amoroso, implica, a falta de movimento e o encalhe em seco. O que na minha opinião... não é bem assim.
Mas o sentido está atribuído, e não sou eu que o vou mudar. Muito embora, mais que uma palavra é um estado de espírito.
As expectativas para estes meses de verão, não se concretizaram. Não tive férias. Não pude fazer nada do que desejei. Não estive com quem gostava de ter estado. Não tive grandes emoções. Resumo, foi pacato, aborrecido e um bocado chato.
No entanto, comparado com o verão do ano passado, este, foi simplesmente fantástico...
E vai mais uma tentativa... algumas mudanças no template. Não gostava muito do anterior. Este... a ver vamos.
Ps: Falta aqui o mail do contacto. Quer dizer, se ele não estivesse às moscas e a receber lixo até faria falta. Ainda vou pensar se coloco ou não aqui o mesmo mail de contacto, ou opto por um outro mail.
Addenda
Depois de muito olhar para o novo template, acho que gosto. Vamos lá ver quanto tempo dura.
A barriga de um arquitecto
As encalhadas
Sob a estrela do Norte
Pequenas histórias
100 nada (que re-re-re voltou)
Alguns blogs que visito e que por preguiça ainda não tinha linkado. Ainda faltam alguns... pelo menos eu acho que sim, só tenho de me conseguir lembrar de quais.
Estou triste... neste momento já consigo conversar sobre carros. Depois de uma vida toda na ignorância, já percebo alguma coisa de carros.
O meu consolo é que não percebo muito de futebol, e manter uma conversa sobre futebol comigo é muito difícil... não sei nomes de jogadores, abomino jornais desportivos, não percebo nada de tácticas e posições de jogadores e não quero saber de trocas e baldrocas.
A excepção é a selecção e de vez em quando ver uns joguitos do clube com o qual tenho algumas simpatias, mas não me perguntem nomes de jogadores posições e afins, ok?
Estou um bocado farto da inimputabilidade da desculpa dos "erros informáticos", especialmente no que toca a notícias ligadas ao governo. O último caso, é o dos concursos dos professores.
Sendo a minha àrea, eu gostaria de perguntar aos iluminados que constroem, dimensionam e gerem os sistemas dos vários ministérios, neste caso mais específico, o dos concursos dos professores, qual é a parte da frase "dimensionar o sistema para o pior cenário possível" que eles não compreendem?
Começo a ver que estes projectos governamentais que deveriam facilitar a vida dos utentes, são feitos em cima do joelho e por pessoas de qualificações duvidosas, que complicam ainda mais a vida do mais comum dos mortais.
É que depois, a culpa é sempre de um "erro informático" ou de um "erro do sistema",e as pessoas que estão por detrás desses "erros", não podem, nem são responsabilizadas de forma alguma.
Já nem falo no desperdício de dinheiro em lobbies estrangeiros, quando esse dinheiro era melhor aplicado em conhecimento (know-how) e na verdadeira formação das pessoas.
Entretando de "erro" em "erro", a vida continua...
Acho que, pelo menos uma vez, uma vez que seja, nem que por breves instantes, todos já sonhamos/pensamos em como seria escrever aquela frase.
Aquela frase que terá o impacto de uma pedra num charco, e cujas ondas se propagam indefinidamente por outros blogues e pela blogoesfera fora.
Quem nunca o fez, que atire a primeira pedra.
Ontem por alguns instantes, isto enquanto não me desmanchei a rir, consegui fazer alguém acreditar que as delicías do mar eram mesmo um ser vivo.
Como cosmos que sou, também tenho direito a ter lentes sobre mim.
Descobrir que mistérios escondo nas minhas profundezas. E se é que os escondo.
Que formas de vida desconhecidas podem existir...
... e sonhar!
Ontem fizeram-me um elogio. Não foi nada físico... nem nada que se pareça.
Alguém cuja vida lhe pregou uma daquelas partidas, e já lhe tinha pregado algumas antes. Alguém cuja a vida mudou de um momento para o outro, e nunca mais volta ao que era.
Foi um daqueles elogios que nos desmancham em pedacinhos, como se tudo o resto fosse tão fútil. Daqueles elogios que às vezes esperamos uma vida toda, e não chegam. Daqueles elogios que não o seriam se não fossem completamente sinceros e desinteressados.
No entanto não me consegui sentir bem com aquele elogio. Foi como se não fizesse o suficiente para o merecer...
E sinceramente não faço, pois arranjamos sempre as desculpas mais fúteis para evitar dar de cara com a realidade...