A época de defeso A-CA-BOU. ACABOU. ACABOU!
Sinto-me muito lisonjeado pela elevação à categoria de vício, para além deste texto colocado por causa de uma entrada aqui. Sinceramente se soubesse que a entrada faria surgir um texto assim, já a teria colocado mais cedo.
Há uns dias atrás, falaram-me em segundas intenções. Nada de especial. Nada que não tivesse ouvido muitas vezes. No entanto, pela primeira vez, fiquei a pensar no significado da expressão.
Ora vejamos, apesar de querer referir-se a uma intenção existente e que não é visível, normalmente associada a uma aproximação mais ou menos vulgar, as intenções a que chamamos de segundas, são, invariavelmente as primeiras. São aquelas que forçam a aproximação, que forçam a criação de situações, essas sim de segundo nível, essas sim, criadas para camuflar as verdadeiras intenções.
... um dia conseguissemos escrever realmente o que nos vai na cabeça?

Origem desconhecida.
Esta imagem volta ao meu computador como imagem de fundo com frequência. Tenho pena é de não saber a origem.
Gostei muito da definição de desenrascanço que está na Wikipedia, especialmente a parte que diz respeito aos descobrimentos, e:
"Desenrascanço (impossible translation into English) is a Portuguese word used to describe the capacity to improvise in the most extraordinary situations possible, against all odds, resulting in a hypothetical good-enough solution. Portuguese people believe to be one of the most valued virtues of theirs."
A Wikipedia é, "(...) an open-content encyclopedia in many languages."

Calvin & Hobbes © 1987 Universal Press Sindicate
Vamos a um café e pedimos um carioca de limão. O que nos dão? Chá de limão.
Pedimos um chá de limão. O que nos dão? Chá verde ou preto com aroma a limão.
É de mim, ou há alguma coisa que não faz muito sentido?
o suor disse-o; disse-o a todos os poros; quero; quero muito; a respiração não tardou a concordar; disse-o a todo o ar envolvente; ofegante; quero; quero muito; a voz; trémula; acenou afirmativamente; disse-o a todo o espectro; quero; quero muito; o olhar mal pode conter-se; suplicante; disse-o a toda a luz; quero; quero muito; o burburinho começa a ser insuportável; o ponto de convergência é só um; quero; quero muito; as sinapses disparam actividade; quero; quero muito; os arrepios fluem das terminações; quero; quero muito; quero mais ainda; o coração não bate; pulsa; pulsa em todos os sentidos; pulsa de querer; quero; quero muito; os membros locomotores não têm vontade própria; querem; quero; quero muito; o acordo tarda; a inevitabiliade é real; quero; quero muito;...; é agora...; a convergência; o acordo sem diplomacia; quero; quero muito; quero tudo; quero agora; ...
Problemas a mais. Ninguém se dignou a responder. Se calhar tive azar. Não interessa... estou de volta. Cheguei até a pensar em criar um novo weblog com um nome um bocadinho diferente :), mas não quis arriscar mais problemas, além disso identifico-me muito com este nome. A escolha foi impulsiva, mas acabou por ficar... e ainda bem.
Aqui, e apesar de toda a máquina por detrás do blogs.sapo.pt, acho que tenho mais garantias, tem mais opções, tem melhor documentação, e os templates do blogs.sapo.pt são muito maus, deviam fazer um concurso de templates, apareceriam melhores, de certeza.
Agradeço a todos os que manifestaram, de alguma forma, pela ausência do microcosmos. Aqui ficam alguns se me esquecer de alguém, perdoem-me, mas o gesto não fica esquecido:
É bom estar de volta.
Pedro.