agosto 06, 2004
(?)
Ouso desbravar a quietude da noite. Ouso querer tê-la como confidente dos meus devaneios, olho as suas luzes na esperança de um olhar de conforto. Em vão. Percorro-a sem sair do sitío. A cada passo que dou, do meu corpo irrompem centelhas, na falsa esperança de a preencher, de fazê-la minha.
Comments
Este puzzle é um bocadinho dificil de desvendar... ou se calhar de tão simples não o compreendi na totalidade. Quiseste dar-nos a volta aos neurónios... =P
Desvendar!?!? Queres desvendar o produto de uma insónia... muito corajosa! ;)
olha, nada há a desvendar. eu sei, proque conheço a quietude dessa noite e conheço essas centelhas e conheço, por outro lado, a inquietude da insónia. ainda assim, mesmo que não conhecesse, nada havia a desvendar. não temos que compreender tudo. ;)*
Quando tentamos compreender tudo, temos a tendência para complicar tudo... ;)*